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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Mansfield Park - Jane Austen

Mansfield Park

Boa noite gente!
Enfim as tão sonhadas férias não é? Só que não no meu caso pelo menos. Começou a maratona de estágios que infelizmente não podem ser remunerados. Claro que estou gostando muito e aprendendo mais ainda, mas ainda assim eu queria estar só curtindo minhas férias sem ter que estar o dia todo dentro de hospital, porém vida de acadêmico é assim, verdade? 
Vou começa hoje com o primeiro livro que resolvi ler nesse meu tempo de pseudo-férias.

Fanny é uma criança tímida e de vida humilde. Certo dia é levada para morar em Mansfield Pak com seus tios, que terão a função de lhe proporcionar uma boa educação e uma qualidade de vida melhor do que ela levava com seus pais e irmãos. Ela não consegue se adaptar, pois suas primas infernizam sua vida e seus tios menosprezam seu jeito de ser. A única pessoa que parece ter um certo apreço por Fanny é seu primo Edmund.
O tempo vai passando e Fanny aprende a viver em Mansfield e ter essa casa como seu verdadeiro lar. Durante muitos anos ela não tem contato com nenhuma pessoa de sua família, apenas seu amado irmão Willian. 
Certo ano, chegam na vizinhança os irmãos Henry e Mary Crawford. Para alegria de uns e tristeza de outros. Fanny e Mary se tornam amigas íntimas, apesar de Fanny não gostar muito das atitudes de sua amiga e gostar menos ainda do fato dela ter ganhado o amor de seu primo e ser correspondido. Com a convivência novos amores vão surgindo, mas nem todos vão sendo correspondidos. 
Uma das primas de Fanny casa-se com um rico jovem, mas tempos depois foge com Henry Crawford, atitude na época completamente absurda e que comprometerá sua vida para sempre. A outra prima parece querer seguir o mesmo caminho.
Uma família tão pacata parece estar numa maré de notícias boas e ruins. Quando finalmente eu achei que Austen fosse nos dar uma protagonista solitária eis que aparece a surpresa e o encanto.

Esse é o último livro de Jane Austen que faltava para eu ler. Como fã que sou é suspeito falar, mas claro que gostei sim da obra. Não é a melhor, mas é ótima. Fanny é uma personagem que me irritou bastante ao longo de todo o livro, é pacata e submissa demais, mas que ainda assim não conseguiu tirar todo o encantamento que Austen construiu. Adoro ler toda essa descrição da cultura, moda, costumes, pensamentos e tudo mais da época. Para quem gosta de Austen, claro que recomendo ler essa obra também e para quem nunca leu nada da autora existem outras opções para iniciar, como Orgulho e preconceito, Razão e sensibilidade ou ainda Persuasão.
Espero que gostem. Quem já leu o que achou?
Nota: 10 de 10
Beijos!



segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O impossível

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Oi gente! Tudo bom?
Vamos a uma indicação que ainda está em cartaz. Eu assisti essa semana, então dá tempo vocês correrem e assistirem.

O filme começa com a família: Maria e Henry e seus 3 filhos pequenos chegando a Tailândia para passar a noite de natal. Acontece uma linda comemoração típica da região. No dia 26 de dezembro de 2004, enquanto todos aproveitam uma bela manha de sol na praia e na piscina o pior acontece. Um tsunami de proporções gigantescas atinge a cidade e simplesmente destrói tudo o que tem no local. Da hora que o filme começa até esse momento você fica em uma tensão enorme, pois sabe o que vai acontecer, mas não sabe quando então pode ser a qualquer momento.
Maria encontra seu filho Lucas, mas é separada de seu marido e dos outros dois filhos. Então começa uma busca sem fim de Henry por sua esposa, abandonando até seus filhos pequenos em um local seguro para poder continuar procurando na região atingida.
Maria é a mais debilitada da família, tem diversos ferimentos na perna, teve perfuração pulmonar, está com hemorragia, entre outros problemas, sendo então obrigada a ficar no hospital local e se submeter a algumas cirurgias. Não preciso nem dizer que o hospital estava nas piores condições possível. Diversos corpos jogados próximo aos doentes e tudo está completamente sujo e funcionando além do limite.
Lucas é uma criança que cresce bastante como pessoa ao longo de todo o filme e por ser um dos poucos que estão muito bem de saúde passa a ajuda as vítimas que estão perdidas e seus serviços foram muito importantes para algumas famílias.
Todo o filme é essa procura de Henry por sua esposa de hospital em hospital, de alojamento em alojamento, sem nunca perder a esperança de que ela está viva. O filme retrata bem a situação de toda a população atingida, e você sabe que se tudo aquilo é triste e inimaginável imagine sabendo que na vida real foi muito pior.

Quando eu vi o trailer dese filme antes de estrear admito que eu pensei que fosse ser mais um filme sobre uma catástrofe, só que dessa vez bem real, mas tão clichê e exagerado quanto os outros, só que não. Quando ele foi lançado comecei a ver boas críticas então tive vontade de assistir e não me arrependi. Então está ai uma boa dica de férias para quem gosta de cinema. E claro, é completamente notável o quanto Lucas (Tom Holland) é o protagonista desse filme, o garoto simplesmente da show. Essas férias por aqui não tivemos muitas opções boas (infelizmente), mas no finalzinho do mês e em fevereiro temos promessas de bons filmes chegando, fora os que virão ao longo do ano é claro.
Espero que gostem.
Nota: 8 de 10
beijo!


sábado, 21 de julho de 2012

Gone - Lisa McMann


Oi pessoal! Tudo bom?
Como anda o verão por ai? Aqui ta um tempo bom para ir à praia (como o ano todo por sinal).
Finalmente consegui terminar de ler essa série maravilhosa. Surpreendentemente do nada apareceu uma boa promoção na Submarino desse livro e de outro (Lugar nenhum - Neil Gaiman) que eu estava querendo a muito tempo, então foi a minha chance. Logo que meu pedido chegou eu comecei a ler, pois precisava saber com urgência como acabaria a série e ainda dar tempo de contar a vocês, mas sem spoiler é claro.

Esse livro começa (e termina) com Janie e seu eterno dilema de como será o seu futuro com a sua saúde comprometida do jeito que ela sabe que terá. Cabel tenta de todas as formas provar que nada vai mudar, mas no seu inconsciente (sonhos) ele não consegue esconder o quanto tudo é tão terrível. E claro que Janie ver isso todas as noites ao seu lado, o que a deixa ainda mais preocupada por saber o quanto seu namorado se esforça para parecer normal e compreensivo.
Ao longo desse livro alguns mistérios são desvendado como, por exemplo; quem  é o pai de Janie. Com essa descoberta novas informações aparecem e dúvidas também. Quando Janei sabe que seu pai também é um apanhador de sonhos ela começa a pensar na chance de seu problema ser hereditário e do porque seu pai teve problemas de saúde diferentes do seu, mas tão graves quanto.
Então o dilema de Janie está envolvida em duas escolhas: terminar a vida como a senhora Stubin ou morrer como seu pai, mas casa final tem uma escolha completamente diferente que será que ser muito bem pensada, pois é até o fim e não envolve apenas a sua vida, mas também a de todas as pessoas que ela ama e estão a sua volta.

Fim! Finalmente acabei essa trilogia. Dos 3 livros esse foi o que eu menos gostei. Achei que a história demorou muito para se desenrolar e com isso se tornou muito repetitiva. Sei que a autora tenta abordar todo o sofrimento e indecisão de Janie (que não é nada fácil), mas que para mim cansou muito e eu lia cada vez mais rápido para ver se algo mais acontecia. O final foi como eu queria que tivesse sido. Foi o mais "felizes para sempre" possível, mas quem for lendo vai ver que não tem nada de feliz, é simplesmente uma opção atualmente menos triste à protagonista, mas de feliz pro seu futuro não tem nada. Gostei muito da chance de ter conhecido essa trilogia que pelo visto não é muito conhecida e divulgada. Acredito que esse livro daria um bom filme (mesmo sabendo dos riscos das adaptações), mesmo assim eu torço que isso aconteça, que eu com certeza irei assistir. Eu indico para quem quer ler algo rápido e diferente. O valor dos livros pela internet não são muito caros e eles estão quase sempre disponíveis. Espero que gostem. Quem leu? O que achou da série?
Nota: 4 de 5 (pela demora dos fatos acontecerem)


Na postagem passada eu havia me esquecido de mencionar que foi a publicação de número 100, então essa de Gone é a de número 101. Eu tenho muito a agradecer a todos que estão sempre lendo e comentando no blog ou nas outras redes sociais. Isso é muito importante, pois só me faz ter vontade de escrever cada vez mais e melhor, trazendo sempre indicações de livros, filmes, esmaltes e outras coisas que eu gosto. Passa tão rápido que eu nem percebi que já fiz tantas indicações aqui. Espero continuar escrevendo e nunca abandonar esse sonho que eu sempre tive de ter um blog e hoje é mais do que realidade. O prazer de escrever para vocês é todo meu. Obrigado a todos e até a próxima.
Beijos e abraços a todos