quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Cidade de vidro - Cassandra Clare



Oi gente! Tudo bom?
Vou começar com o mesmo aviso: quem ainda não leu Cidade dos ossos e/ou Cidade das cinzas não é aconselhável ler essa resenha, pois ele é o terceiro livro dessa série. Já leu e não lembra muita coisa? Então da uma passadinha nas outras resenhas para tentar se ambientar. Não conhecia a série, mas gostou dessa resenha? Ler as resenhas anteriores também, para conhecer melhor. Opção é o que não falta...

Era uma vez uma menina que só fazia burrada e não acerta uma bola na cesta chamada Clary. Peraí, não vamos começar assim...
Clary precisa salvar a vida de sua mãe e para isso ela tem q viajar até Alicante, com ou sem autorização. Ela faz isso contra a vontade de todos. Chegando lá, percebe o quanto Jace não a queria por perto, nem Alec, nem Isabelle e isso lhe deixa bem chateada.  Clary resolve então procurar o feiticeiro Ragnor Fell sozinha, mas inesperadamente ela recebe ajuda de um novo garoto bonitão, Sebastian, que não tem cara de santo, porém na sua situação toda ajuda é bem vinda.
Para piorar a situação Simon está preso em uma cela sendo quase torturado pelo novo Inquisidor para testemunhar afirmando coisas que não aconteceram para poder receber permissão de voltar a Nova York.
Ao mesmo tempo que Clary vai chegando ao seu objetivo também vai descobrindo informações sobre o seu passado e consequentemente sobre o do seu irmão Jace. Os dois continuam lutando ou não para reprimir o sentimento de amor nada fraternal que existe entre eles.
Valentim está cada vez mais forte e finalmente ele descobre onde estava o ultimo instrumento mortal que faltava para completar o ciclo e invocar o anjo Raziel. A clave está reunida. Todos sabem do grande poder de Valentim e sabem mais ainda que são incapazes de lutar com ele sozinho. Então começa o grande dilema; se render as forças de Valentim e aceitar a eterna submissão ou lutar ao lado dos componentes do submundo que estão dispostos a ajudar com algumas exigências. Para os caçadores de sombras as duas opções são bem vergonhosas, mas uma ou outra terão que ser escolhidas.
E não vou nem falar da surpresa que eu tive com o Sebastian para não estragar o clímax. Eu como sempre não chequei nem perto de adivinhar quem ele era.

Cidade de vidro realmente é bem melhor que Cidade das cinzas, como todo mundo disse. O final foi felizes para sempre, pelo menos essa parte eu achei que fosse ser mesmo. A leitura é bem melhor e o enredo também flui com mais naturalidade. Apesar da Clary continuar cada vez mais irritante, se assim for possível. Eu achei que a autora mudou bastante a personalidade do Jace do começo desse livro até o final e meio que não concordo, mesmo com a justificativa dela sobre ele ser quem é. Confuso? Vocês vão entender quando lerem. Eu ainda não me decidir se vou ler ou não a continuação (Cidade dos anjos caídos). Ouvi comentários do tipo: "Uau, a Cassandra Clare conseguiu fazer um livro ainda melhor", mas também ouvi "Quem me dera ter parado em Cidade de vidro...". Então não sei. Estou esperando uma amiga minha (Clarissa), que confio 100% na opinião dela, para saber o que ela achou desse livro. Até lá, Cidade de vidro tem um final que deixa qualquer um satisfeito, apesar de que morro de pena do coitado do Jace suportando a Clary para todo o sempre amém.
Espero que gostem.
Quem já leu o que achou?
Nota: 9 de 10
beijo!









domingo, 6 de janeiro de 2013

Cidade das cinzas - Cassandra Clare


Oi gente! Tudo bom?
Tá, eu sei que já saiu de moda, mas só agora eu tive a chance de ler, então vamos da um crédito neh?! =D
Dessa vez preciso começar dizendo que esse livro é continuação de Cidade dos ossos, então ele deve conter spoiler na resenha, ou seja, quem não leu o primeiro aconselho a não ler essa postagem, a não ser que você (assim como eu) não resista a uma boa fofoca spoiler.

Bom vamos começar dizendo o quanto Cidade dos ossos termina de forma absurdamente fantástica, que me fez enlouquecer até conseguir ler os próximos livros, mas pena que esse sentimento não tenha continuado. Vamos com muita calma nessa hora.
Quando cidade dos ossos termina a mãe de Clary está muito doente, ela e Jace estão confusos com seus sentimento, Valentim conseguiu roubar o primeiro instrumento mortal... A cidade de vidro começa com a busca incansável de Valentim pelos outros instrumentos mortais. Jace passa a ser o principal suspeito de estar ajudando seu pai nessa procura, sendo então perseguido pela Clave e principalmente pela Inquisidora por mexer com questões pessoais. Toda essa cisma com Jace faz ele e seus amigos se unirem ainda mais na busca de explicações sobre tudo que está acontecendo e meios de saber como combater um possível ataque de Valentim. Clary, Simon, Jace, Alec e Isabelle passam por várias situações em todo esse tempo, principalmente Simon que passa a sofrer de um pequeno probleminha eterno.
Jace e Clary descobrem que são muito mais do simples nephilim, que possuem habilidades não comuns para o seu povo. E essas habilidades são testadas a cada luta e mais ainda nas batalhas contra o pai deles. Não podemos esquecer da eterna ajuda de Luke e Magnus em todos esses momentos tentando colocar juízo na cabeça desses jovens.

Admito que eu achei esse livro bem cansativo. Eu li rapidamente, mas não foi tão prazeroso assim. Inicialmente eu tinha gostado muito da Clary, mas hoje eu já não suporto nem que o nome dela esteja escrito no papel. Alec e Simon para mim são ótimos personagens e Jace é claro. Na verdade gosto de todos os personagens, até Valentim é mais legal que a Clary, meu problema é só com ela mesmo. Os diálogos são bem engraçados e rápidos, mas eu senti um quê de enrolação na história. Já comecei a ler Cidade de vidro e não vejo a hora de terminar logo. Prometo vir resenhar aqui também se der tempo. Como eu disse na minha outra resenha (ou acho que disse), para quem é fã de Harry Potter vai gostar dessa série. Não dá para comparar, é claro, mas vai gostar.
O primeiro filme da série será lançado esse ano de 2013, vou colocar o trailer para vocês já irem se animando.
Espero que gostem.
Nota: 8 de 10
beijo!





quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Looper


Oi gente! Tudo bom?
O filme de hoje eu tinha visto o trailer dele desde a época que estava passando no cinema, mas acabei nem assistindo e um dia desses resolvi baixar para ver. Pelo trailer eu pensei: "parece bem legal, mas também deve ser bem clichê". O que eu descobri? Realmente é bem legal e bem diferente.

Em 2044, as viagens no futuro são uma realidade, mas não são legalizadas, existindo então apenas no mercado livre. Eliminar um corpo no futuro será uma missão quase impossível (começou o clichê?!), então os mafiosos vão enviar os corpos das pessoas que eles querem apagar para o passado para serem mortas. É ai que entra um looper. A profissão deles é essa. Matar e eliminar os corpos mandados do futuro. A vítima aparece amarrada e encapuzada com placas de prata nas costas, que é o pagamento do looper.
Joe trabalha nessa ramo e ele junta dinheiro para um dia ir embora do Kansas. Um fato muito importante é que quando o looper ainda esta vivo no futuro e a máfia não quer mais seus serviços,mandam o looper do futuro para o looper do passado matar, sendo simbolizada por placas de ouro com o corpo.
Porém muitos loopers fracassam e não conseguem matar a sua versão do futuro, começando então um grande problema, pois não podem existir duas pessoas iguais em uma mesma era (confuso?).
Isso acontece com Joe, ele não consegue matar o seu futuro, mas também não o quer por perto. Começa então uma caçada do looper do passado pelo do futuro. O filme meche com esse lance de viagem no tempo passado e futuro, mas tudo de certa forma faz lógica e dá para entender ou pelo menos é mais fácil.
Ficou tudo confuso? O filme não é. Podem ter certeza que dá para entender perfeitamente bem. Eu espero que der para se situar um pouco. Eu gostei o filme porque ele tem algumas coisas diferentes sobre essas viagens, mudança no tempo e outras coisas mais. O Joe (Josehph Gordon) é um fofo também, então tudo contribui. Infelizmente o filme fraquejou em algumas cenas muito mal feitas. É gritante o plano de fundo e o efeito de computador, me senti vendo um filmes dos anos 30. Acredito que dava para eles terem feito algo com mais qualidade ou pelo menos evitar fazer cenas do tipo. Quem já viu o que achou? Aqui vai o link para quem se interessar em baixar.
Espero que gostem.
Nota: 8 de 10
beijo!




quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A abadia de Northanger


Oi gente! Tudo bom?
Como estão sendo as festas de fim de ano? Espero que estejam  tão boas quanto as minhas.

Ah! Minha querida Austen! ♥
Quero começar dizendo que não costumo fazer resenhas da Jane Austen  porque sinto como se eu nunca fosse conseguir escrever o quanto sou completamente apaixonada por ela, mas aqui vai mais uma tentativa de mostrar a quem ainda não conhece seus livros o quanto essa autora é maravilhosa.

Tudo começa com a rápida transição de Catherine Morland sendo uma criança danada e sem nenhum atrativo para a música, pintura, bordado e outras atividades femininas para uma Catherine moça com diversos atrativos físicos e uma boa personalidade. Ela mora em Fullerton com seus pais e seus irmãos. Por ser uma localidade pequena e distante, ela não tem bailes para ir nem rapazes para conhecer, sendo então que seus vizinhos, o Sr e Sra. Allen, convidam-na a passar uma temporada com eles em Bath.
Em Bath, Catherine conhece outra realidade de bailes, festas, salões, danças e várias outras atividades. Em um desses bailes ela tem o prazer de conhecer o Sr. Henry Tilney que logo lhe desperta um grande interesse. Ela conhece também a Srta. Isabella Thorpe e seu irmão John Thorpe que se interessa por ela, pois achava que era possuidora de uma grande fortuna. Os dias vão passando e esse jovens vão se conhecendo. Amizades vão surgindo e sentimentos mais fortes também. Catherine vai aprendendo a viver na sociedade e percebendo o quanto precisa amadurecer, pois em diversas ocasiões é feita de vítima por seus amigos que lhe vêem como uma moça ingênua demais.
Catherine tem a chance de se tornar muito amiga da irmã de Henry Tilney, sendo levada para passar uns meses em sua propriedade a Abadia de Northanger. Local esse, onde ela acha ser o melhor lugar do mundo para se viver e conseguirá passar o máximo tempo possível na companhia de Henry, e assim entender melhor seus sentimentos por ele. Até que um mal entendido com relação a sua fortuna é descoberto pelo pai dos irmãos, o general Tilney.

Sempre que leio Austen me sinto bem. Fico triste ao pensar que só falta mais um livro dela para eu ler, e assim terei terminado seus seis livros publicados. É uma autora que eu sou completamente fã e apaixonada. Gosto de ler cada livro seu e depois ver o filme, que por sinal, são bem adaptados. São as adaptações mais fieis que conheço. É uma pena que os atores sejam fraquinhos e os filmes não tenham feito sucesso, talvez porque por mais que sejam parecidos com os livros, os filmes não conseguem passar toda a doçura e a emoção da obra. A abadia de Northanger é um ótimo livro e aqui vai o link para quem se interessar em assistir. Não é o meu preferido dela, mas era impossível eu não ter gostado. Então só posso indica-lo a quem já conhece algum de seus livros, pois Orgulho e preconceito conseguiu ser bem conhecido e para quem nunca leu ou viu nenhum filme aqui vai mais um incentivo.
Espero que gostem.
Nota: 10 de 10
beijos!
FELIZ ANO NOVO A TODOS!!!




quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Sucker Punch


Oi gente! Tudo bom?
A primeira vez que vi esse filme foi blog da minha Clarissa (oi amiga!), do Nunca na galáxia, e como eu adorei a resenha resolvi assisti-lo.
O filme começa com a morte, muito suspeitada, da mãe de Babydoll, e logo após sua irmã leva um tiro e morrer por acidente, então ela é mandada para um hospício por seu padrasto, que acreditava que ficaria com toda a herança da família.
No hospício, enquanto Baby espera fazer um lobotomia, ela se torna amiga de outras 4 garotas que também estão ali aprisionadas sem motivos. O local funciona como um centro de recuperação de fachada, pois na realidade não tem nada de centro de ajuda. Essas 5 garotas irão se juntar numa batalha surreal na tentativa de se verem livres novamente. Elas tem que passar por 5  fases no jogo, onde em cada uma elas tem que encontrar um objeto pré-determinado, e em cada fase o perigo é diferente.
Tudo acontece simultaneamente no mundo real e no mundo surreal, os fatos são os mesmos, porém a forma como eles ocorrem é que são diferentes, pois as lutas e a forma como as missões são feitas apenas as garotas vêem. As pessoas no mundo real são de certa forma enfeitiçadas pela dança de Babydoll, que não pode parar, se não o encanto acaba.

Suncker punch é um filme bem diferente do que estou acostumada a assistir, mas que eu descobri que gostei de certa forma. Admito que a resenha deve ter ficado um pouco confusa, mas porque esse filme é meio difícil de explicar. Até como falei: ele é muito surreal. Depois desse já vi outro no mesmo estilo e também achei bem divertido, depois eu venho aqui indica-lo para vocês. Tem aventura,mistério, suspense e um final inesperado ( pelo menos eu não esperava). O filme junta fatos normais com fatos de uma vida em vídeo game. Para quem gosta de filmes que fogem do velho e bom romance tradicional e do velho luta luta luta, acredito que vai gostar desse aqui.
Recomendo a todos.
Espero que gostem.
Nota: 4 de 5 (show)
bju!


domingo, 25 de novembro de 2012

A culpa é das estrelas - John Green


Oi pessoal! Tudo bom?
Por incrível que pareça consegui ler um livro durante as aulas. Aproveitando um feriadão de quase 5 dias que tivemos. E que sorte eu tive de escolher bem minha leitura. Preciso começar essa resenha agradecendo a super indicação da minha amiga Clarissa e a minha irmã que insistiu muito que eu comprasse esse livro mesmo que inicialmente eu não quisesse, pois ela se apaixonou pela resenha da minha amiga. Então se eu não conseguir convencer vocês do quanto esse livro é bom, leiam no Nunca na galaxia que vocês terão certeza.
Porque inicialmente eu não quis ler esse livro? Pelo simples fato de estar fugindo de leituras com temas tão tristes e tão reais. Ainda assim criei coragem e resolvi dar uma chance a ele aproveitando uma promoção na internet. Santa promoção. Talvez se não fosse ela eu ainda estaria avaliando se eu iria comprar ou não.

O livro começa contando a rotina na vida de Hazel Grace, uma menina de dezesseis anos com um câncer de tireoide com metástase nos pulmões. Sendo assim ela precisa em tempo integral de uma máquina que lhe ajuda a respirar. Hazel tem encontros rotineiros com um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Não são reuniões muito interessantes, mas Hazel as frequenta praticamente para fazer um favor a sua mãe.
Certo dia, seu amigo Isaac, que sofre de um câncer no olho, já perdeu um olho e está prestes a perder o outro, leva seu amigo Augustus Waters para uma dessas reuniões. Augustus é um sobrevivente do câncer. Ele está com um osteosarcoma em remissão há alguns anos.
Logo no primeiro contato você percebe que algo vai acontecer. Porém esse algo não se resume ao velho e bom "se apaixonaram e viveram felizes para sempre" porque não é. Tudo na vida deles é diferente. Não apenas deles dois, mas na de seus familiares e de seu amigo Isaac.
Hazel tem um jeito tão particular de ser e viver. Ao longo do livro ela vai contando e demonstrando seus sentimentos completamente lógicos por Augustus e seu fascínio de certa forma até doentio pelo seu livro favorito, Uma aflição imperial, que não tem um final. Como o livro não tem final nada mais justo do que viajar até a Holanda, para falar com o autor e pedir um explicação pessoalmente não é?! E é justamente o que ela faz com a ajudinha de Augustus que usa seu Desejo para realizar esse sonho de Hazel. E que viajem...
Augustus tem um jeito tão clichê, mas ao mesmo tempo tão próprio, que o torna realmente apaixonante. Isaac é outro que adorei conhecer.
E sim! Eu rir, chorei, me revoltei, tentei aceitar os fatos e muitos outros sentimentos vieram com tudo durante as páginas.Acrescentando ainda mais pontos positivos nessa leitura eu digo que o final surpreende, ou pelo menos eu não esperava nada do que aconteceu.

Sabe aquele livro difícil de resenhar?! É esse. Eu quero contar tudo, mas ao mesmo tempo não quero contar nada. Eu li sem saber de nada da história. Apenas que se tratava de personagens com câncer, então tudo para mim na leitura foi surpresa e assim eu quero que seja para vocês. Sempre tento me informar o mínimo possível sobre os livros que vou ler. Para finalizar meus comentários sobre "A culpa é das estrelas", eu resumo tudo com a frase da minha amiga Clarissa sobre a história: "ela é belamente triste". E é mesmo.
Vou deixar aqui o link do site oficial do livro que tem uns vídeos do autor e outras informações para quem se interessar.
Espero que leiam e gostem.
Nota: 5 de 5 ( <3<3<3<3<3)
beijos!


"É nisso que acredito. Acredito que o universo quer ser notado. Acho que o universo é, questionavelmente, tendencioso para a consciência, que premia a inteligência em parte porque gosta que sua elegância seja observada. E quem sou eu, vivendo no meio da história, para dizer ao universo que ele, ou a minha observação dele, é temporária? - pai da Hazel




quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Esmalte da semana #ediçãoespecial


Oi gente! Tudo bom?
Como sempre ando sumida por aqui não é.
Essa semana resolvi aproveitar o feriadão que tenho por aqui (Fortaleza) e vim fazer uma postagem especial sobre os esmaltes da semana. Dessa vez não vou colocar somente um modelo, e sim várias opções para quem gostar de pintar as unhas de um modo diferente do tradicional. Foram ideias que eu fui vivenciando ao longo dessas ultimas semanas.


Esse primeiro modelo eu vi em algum blog que eu sigo, mas não me recordo em qual foi, pois como visito muitos não consigo mais saber qual foi. Eu achei a ideia bem legal porque é algo simples de fazer, mas que da um brilho e um toque de algo a mais às unhas.É super fácil de fazer. Pinta com o esmalte laranja (2 camadas), espera seca uns minutinhos e depois faz essas "manchinhas" com um pedaço de esponja (pode ser aquela de lavar louça mesmo, é só corta um pedacinho e usar a parte amarela para isso). Coloca 1 pingo do esmalte dourado em qualquer superfície fixa, pressiona levemente a esponja em cima do pingo e depois na ponta da unha, também levemente. Está pronto. 

Pessoalmente fica  a sensação que as unhas brilham. Acho que a combinação de cores que eu escolhi foram boas, mas claro que vocês pode optar por outras combinações a seus gostos. Esse modelo foi bem aprovado por amigos e conhecidos.





O segundo modelo eu vi nas unhas de uma menina. Achei tão legal que resolvi fazer igual, até mesmo com as mesmas cores de esmaltes. Esse é mais fácil ainda de fazer.É só pintar todas as unhas de marrom ( menos a do anelar ou até mesmo a do dedo mínimo se preferir) e pintar a unha que sobrou de dourado. Espera secar uns minutinhos e depois com o próprio pincel você faz um tracinho  estilo francesinha com o esmalte dourado nas unhas que estão pintadas de marrom.Pronto! Unhas lindas, diferentes, discretas e pode-se até dizer elegantes.

Usei essas duas marcas de esmaltes, mas como sempre é você quem escolhe a cor e a combinação dos esmaltes =D

O terceiro modelo fui eu mesma quem inventou. Simplesmente peguei minha caixa de esmaltes e resolvi que queria pintar de algo que ainda não tivesse pintado, então me veio essa simples ideia. Pintar todas as unhas de uma tonalidade mais escura de verde e apenas o dedo mínimo com esse esmalte super chamativo da mesma tonalidade. Só uma observação: esses esmaltes super gliter da Hits são quase impossíveis de se retirar das unhas, são difíceis mesmo. Não é só o gasto de algodão, mas também a força que tem que fazer para conseguir tirar. Gosto muito da cor desse esmalte, mas sempre penso 5 vezes antes de pintar, mas fica ai a dica.



Espero que vocês gostem e resolvam fazer alguns. Depois me digam como ficou. E quem tiver mais alguma ideia legal de modelo para as unhas é só dizer que eu faço se achar bonito. Terá o "esmalte da semana #ediçãoespecial - parte 2", pois ainda tenho 3 modelo lindos que eu quero mostrar para vocês, e não coloquei aqui nesse poste se não iria ficar muito grande e cansativo.
Até a próxima.